TEMA: Significado da
tolerância
Nossa aula foi:
2ºA,sexta-feira,
20 de fevereiro de 2026 .
2ºB, sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026.
2ºC, sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026.
EIXO TEMÁTICO
A tolerância frente às diversidades
HABILIDADE NA BNCC
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO DC-GOEM
CONTEÚDO
A tolerância frente às diversidades.
Incentivar a observância das diferenças e a importância da convivência social frente as diversidades pessoais.
METODOLOGIA:
Os objetivos da aula são:
Compreender o conceito de tolerância como “respeito, aceitação e apreço” à diversidade e como “harmonia na diferença”.
Diferenciar tolerância de concessão/condescendência/indulgência, reconhecendo-a como atitude ativa baseada em direitos humanos e liberdades fundamentais.
Relacionar tolerância a pluralismo, democracia e Estado de Direito, identificando rejeição ao dogmatismo e ao absolutismo.
Analisar limites da tolerância, reconhecendo que não significa tolerar injustiça social nem impor opiniões a outrem.
Para tanto, nos serviremos da seguinte estrutura de
aula:
Apresentar o tema “tolerância” e ativar conhecimentos prévios com pergunta geradora: “Em que situações a tolerância é confundida com ‘passar pano’?”.
Entregar o texto da UNESCO (Artigo 1º, itens 1.1 a
1.4) e orientar leitura silenciosa com marcação de trechos que definem, negam e
delimitam o conceito (definição; ‘não é’; ‘implica’; ‘não significa’).
1) Trechos que definem (o que é)
“A tolerância é o respeito, a aceitação e a apreço da riqueza e da diversidade das culturas de nosso mundo, de nossos modos de expressão e de nossas maneiras de exprimir nossa qualidade de seres humanos.”
“A tolerância é a harmonia na diferença.”
“A tolerância é, antes de tudo, uma atitude ativa
fundada no reconhecimento dos direitos universais da pessoa humana e das
liberdades fundamentais do outro.”
“A tolerância é o sustentáculo dos direitos
humanos, do pluralismo (inclusive o pluralismo cultural), da democracia e do
Estado de Direito.”
2) Trechos que negam (o que não é)
“A tolerância não é concessão, condescendência, indulgência.”
“Em nenhum caso a tolerância poderia ser invocada
para justificar lesões a esses valores fundamentais.”
3) Trechos que implicam (o que envolve/implica)
“É fomentada pelo conhecimento, a abertura de espírito, a comunicação e a liberdade de pensamento, de consciência e de crença.”
“Não só é um dever de ordem ética; é igualmente uma
necessidade política e jurídica.”
“A tolerância é uma virtude que torna a paz
possível e contribui para substituir uma cultura de guerra por uma cultura de
paz.”
“A tolerância deve ser praticada pelos indivíduos,
pelos grupos e pelo Estado.”
“Implica a rejeição do dogmatismo e do absolutismo
e fortalece as normas enunciadas nos instrumentos internacionais relativos aos
direitos humanos.”
4) Trechos que delimitam (não significa / limites)
“Em consonância ao respeito dos direitos humanos, praticar a tolerância não significa tolerar a injustiça social, nem renunciar às próprias convicções, nem fazer concessões a respeito.”
“A prática da tolerância significa que toda pessoa
tem a livre escolha de suas convicções e aceita que o outro desfrute da mesma
liberdade.”
“Significa aceitar o fato de que os seres humanos,
que se caracterizam naturalmente pela diversidade de seu aspecto físico, de sua
situação, de seu modo de expressar-se, de seus comportamentos e de seus
valores, têm o direito de viver em paz e de ser tais como são.”
“Significa também que ninguém deve impor suas
opiniões a outrem.”
Solicitar a cada grupo produzir uma paráfrase curta
do item estudado e selecionar 2 expressões-chave do texto para sustentar a
explicação.
Propor um “caso-problema” (situação escolar ou
comunitária envolvendo conflito de opiniões e diversidade) e orientar o grupo a
decidir: “O que seria agir com tolerância aqui?” e “O que NÃO seria tolerância
(segundo a UNESCO)?”.
Sistematizar em plenária com construção de um
quadro-síntese no quadro (Definição / Não é / Sustenta / Limites) usando apenas
ideias que apareçam no texto.
MATERIAL:
UNESCO. Declaração de Princípios sobre a Tolerância: aprovada pela Conferência Geral da UNESCO em sua 28ª reunião, Paris, 16 de novembro de 1995. Tradução para o português: Universidade de São Paulo. São Paulo: UNESCO, 1997.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒
Aplicar uma atividade de saída (individual) com 3 itens: (1) definir tolerância em 2–3 linhas com base no texto; (2) explicar por que tolerância não é condescendência; (3) justificar um limite da tolerância indicado no item 1.4, com um exemplo de situação.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒
Aplicar a mesma atividade com adaptação de forma e carga cognitiva, ao oferecer enunciados mais curtos, fonte ampliada e apoio de um organizador gráfico com frases-início (ex.: “Tolerância é…”; “Tolerância não é…”; “Um limite é… porque…”), mantendo o conteúdo ancorado no Artigo 1º.
Permitir responder por alternativa guiada e/ou completar lacunas com
banco de palavras retiradas do texto (ex.: “respeito”, “aceitação”,
“diversidade”, “direitos humanos”, “não impor opiniões”), avaliando
principalmente compreensão literal e aplicação simples a um exemplo concreto.
Possibilitar resposta oral para o professor ou gravação curta (1 minuto)
lendo o próprio texto-resposta, mantendo os mesmos critérios essenciais:
reconhecer definição (1.1) e um “não é” (1.2) ou um limite (1.4).
MATERIAL:
Significado da tolerância
UNESCO. Declaração de Princípios sobre a Tolerância: aprovada pela Conferência Geral da UNESCO em sua 28ª reunião, Paris, 16 de novembro de 1995. Tradução para o português: Universidade de São Paulo. São Paulo: UNESCO, 1997.
Artigo 1º - Significado da tolerância
1.1 A tolerância é o respeito, a aceitação e a apreço da riqueza e da diversidade das culturas de nosso mundo, de nossos modos de expressão e de nossas maneiras de exprimir nossa qualidade de seres humanos. É fomentada pelo conhecimento, a abertura de espírito, a comunicação e a liberdade de pensamento, de consciência e de crença. A tolerância é a harmonia na diferença. Não só é um dever de ordem ética; é igualmente uma necessidade política e jurídica. A tolerância é uma virtude que torna a paz possível e contribui para substituir uma cultura de guerra por uma cultura de paz.
1.2 A tolerância não é concessão, condescendência, indulgência. A tolerância é, antes de tudo, uma atitude ativa fundada no reconhecimento dos direitos universais da pessoa humana e das liberdades fundamentais do outro. Em nenhum caso a tolerância poderia ser invocada para justificar lesões a esses valores fundamentais. A tolerância deve ser praticada pelos indivíduos, pelos grupos e pelo Estado.
1.3 A tolerância é o sustentáculo dos direitos humanos, do pluralismo (inclusive o pluralismo cultural), da democracia e do Estado de Direito. Implica a rejeição do dogmatismo e do absolutismo e fortalece as normas enunciadas nos instrumentos internacionais relativos aos direitos humanos.
1.4 Em consonância ao respeito dos direitos humanos, praticar a tolerância não significa tolerar a injustiça social, nem renunciar às próprias convicções, nem fazer concessões a respeito. A prática da tolerância significa que toda pessoa tem a livre escolha de suas convicções e aceita que o outro desfrute da mesma liberdade. Significa aceitar o fato de que os seres humanos, que se caracterizam naturalmente pela diversidade de seu aspecto físico, de sua situação, de seu modo de expressar-se, de seus comportamentos e de seus valores, têm o direito de viver em paz e de ser tais como são. Significa também que ninguém deve impor suas opiniões a outrem.
2ºA,
2ºB, sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026.
2ºC, sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026.
EIXO TEMÁTICO
A tolerância frente às diversidades
A tolerância frente às diversidades.
Incentivar a observância das diferenças e a importância da convivência social frente as diversidades pessoais.
Os objetivos da aula são:
Compreender o conceito de tolerância como “respeito, aceitação e apreço” à diversidade e como “harmonia na diferença”.
Diferenciar tolerância de concessão/condescendência/indulgência, reconhecendo-a como atitude ativa baseada em direitos humanos e liberdades fundamentais.
Relacionar tolerância a pluralismo, democracia e Estado de Direito, identificando rejeição ao dogmatismo e ao absolutismo.
Analisar limites da tolerância, reconhecendo que não significa tolerar injustiça social nem impor opiniões a outrem.
Apresentar o tema “tolerância” e ativar conhecimentos prévios com pergunta geradora: “Em que situações a tolerância é confundida com ‘passar pano’?”.
1) Trechos que definem (o que é)
“A tolerância é o respeito, a aceitação e a apreço da riqueza e da diversidade das culturas de nosso mundo, de nossos modos de expressão e de nossas maneiras de exprimir nossa qualidade de seres humanos.”
“A tolerância não é concessão, condescendência, indulgência.”
“É fomentada pelo conhecimento, a abertura de espírito, a comunicação e a liberdade de pensamento, de consciência e de crença.”
“Em consonância ao respeito dos direitos humanos, praticar a tolerância não significa tolerar a injustiça social, nem renunciar às próprias convicções, nem fazer concessões a respeito.”
UNESCO. Declaração de Princípios sobre a Tolerância: aprovada pela Conferência Geral da UNESCO em sua 28ª reunião, Paris, 16 de novembro de 1995. Tradução para o português: Universidade de São Paulo. São Paulo: UNESCO, 1997.
Aplicar uma atividade de saída (individual) com 3 itens: (1) definir tolerância em 2–3 linhas com base no texto; (2) explicar por que tolerância não é condescendência; (3) justificar um limite da tolerância indicado no item 1.4, com um exemplo de situação.
Aplicar a mesma atividade com adaptação de forma e carga cognitiva, ao oferecer enunciados mais curtos, fonte ampliada e apoio de um organizador gráfico com frases-início (ex.: “Tolerância é…”; “Tolerância não é…”; “Um limite é… porque…”), mantendo o conteúdo ancorado no Artigo 1º.
Significado da tolerância
UNESCO. Declaração de Princípios sobre a Tolerância: aprovada pela Conferência Geral da UNESCO em sua 28ª reunião, Paris, 16 de novembro de 1995. Tradução para o português: Universidade de São Paulo. São Paulo: UNESCO, 1997.
Artigo 1º - Significado da tolerância
1.1 A tolerância é o respeito, a aceitação e a apreço da riqueza e da diversidade das culturas de nosso mundo, de nossos modos de expressão e de nossas maneiras de exprimir nossa qualidade de seres humanos. É fomentada pelo conhecimento, a abertura de espírito, a comunicação e a liberdade de pensamento, de consciência e de crença. A tolerância é a harmonia na diferença. Não só é um dever de ordem ética; é igualmente uma necessidade política e jurídica. A tolerância é uma virtude que torna a paz possível e contribui para substituir uma cultura de guerra por uma cultura de paz.
1.2 A tolerância não é concessão, condescendência, indulgência. A tolerância é, antes de tudo, uma atitude ativa fundada no reconhecimento dos direitos universais da pessoa humana e das liberdades fundamentais do outro. Em nenhum caso a tolerância poderia ser invocada para justificar lesões a esses valores fundamentais. A tolerância deve ser praticada pelos indivíduos, pelos grupos e pelo Estado.
1.3 A tolerância é o sustentáculo dos direitos humanos, do pluralismo (inclusive o pluralismo cultural), da democracia e do Estado de Direito. Implica a rejeição do dogmatismo e do absolutismo e fortalece as normas enunciadas nos instrumentos internacionais relativos aos direitos humanos.
1.4 Em consonância ao respeito dos direitos humanos, praticar a tolerância não significa tolerar a injustiça social, nem renunciar às próprias convicções, nem fazer concessões a respeito. A prática da tolerância significa que toda pessoa tem a livre escolha de suas convicções e aceita que o outro desfrute da mesma liberdade. Significa aceitar o fato de que os seres humanos, que se caracterizam naturalmente pela diversidade de seu aspecto físico, de sua situação, de seu modo de expressar-se, de seus comportamentos e de seus valores, têm o direito de viver em paz e de ser tais como são. Significa também que ninguém deve impor suas opiniões a outrem.